segunda-feira, 7 de outubro de 2013

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

"A TOLERÂNCIA ATRAI O SUCESSO"


Obs: Imagem extraída do site: necesitodetodos.org


 "A TOLERÂNCIA ATRAI O SUCESSO"



Não se pode destruir uma parte sem enfraquecer o todo; se um grupo é reduzido à pobreza e à necessidade, o resto sofrerá também. Em outras palavras, aprendemos que a intolerância nasce dos preconceitos religiosos e das diferenças de opinião, como resultado da educação. E que a tolerância e a cooperação são base de todo o sucesso duradouro.

Quando a aurora da inteligência tiver espalhado as suas asas sobre o horizonte do progresso, a ignorância e a superstição tiverem deixado as sua últimas pegadas nas areias do tempo, será registrado no livro dos crimes e erros da humanidade que o seu pecado mais grave foi a intolerância.

Por quanto tempo nós, pobres mortais, viveremos ainda sem compreender que é loucura procurar destruir uns aos outros, por divergências de opinião e outras questões superficiais?

A NOSSA VIDA É APENAS UM BREVE MOMENTO !

Não será melhor eliminar qualquer tipo de intolerância, para viver em paz, livre da ignorância e das incompreensões mesquinhas que tornam nossa vida terrestre um caos de tristeza e sofrimento ?

APLICAÇÕES PRÁTICAS PARA DESENVOLVER UM CARÁTER LIVRE DE INTOLERÂNCIA

Eis os 11 passos para desenvolver um caráter livre de intolerância:

1- Nunca faça aos outros aquilo que não deseja que lhe fizessem. Adote essa aplicação como base de sua conduta.

2- Seja honesto, mesmo nos  mínimos detalhes, em todas as suas transações com os outros, tanto em atos quanto em pensamentos. Faça isso não só porque é seu desejo ser justo para com os outros mas também porque é seu desejo imprimir no seu subconsciente a ideia de honestidade e, assim, fixar no seu caráter essa qualidade essencial.

3- Perdoe os que forem injustos contigo, sem olhar se merecem ou não o seu perdão. É por meio do perdão concedido que iniciamos a reforma do caráter e eliminamos os efeitos das nossas transgressões no nosso subconsciente.

4- Seja sempre justo, sincero e generoso para com os outros, mesmo quando souber que seus atos passarão despercebidos e sem qualquer recompensa, de acordo com o que se entende por recompensa.

5- Seja qual for o tempo que possa empregar em descobrir e expor as fraquezas e defeitos dos outros, empregue-o com proveito maior descobrindo e corrigindo os seus próprios defeitos.

6- Não fale mal de ninguém, por maiores que sejam as razões que você tenha para isso. Comporte-se assim porque deseja fixar no seu consciente apenas as ações construtivas.

7- Não deixe que pensamentos destrutivos flutuem em sua mente e, assim, evite que eles contaminem o seu espírito.

8- Domine a tendência humana para o ódio, a inveja, o egoísmo, o ciúme, a malícia, o pessimismo, a dúvida, o medo, pois essas são sementes que dão ao mundo a maior colheita de tribulações.

9- Procure conservar sua mente cheia de pensamentos corajosos, de confiança em si mesmo, boa vontade para com os outros, de fé, bondade, lealdade, amor pela verdade e pela justiça, pois essas são as sementes que produzem a colheita do progresso.

10- Compreenda que uma mera crença passiva em princípios com honestidade, justiça e caridade não tem valor algum. Por isso, ponha esses princípios em ação em todas as  suas transações.

11- Faça tudo para auxiliar os outros onde e quando se apresentarem oportunidades. Pois toda felicidade duradoura é fruto do auxílio que prestamos aos nossos semelhantes. Lembres-se: nenhum ato de bondade fica sem sua recompensa, mesmo que ela não seja retribuída de um modo direto e imediato.


Obs: Trechos da Obra: "A lei do Sucesso: Filosofia que mais influenciou líderes empreendedores no mundo inteiro", autor: Jacob J. Petry, Editora: LEYA, São Paulo - SP, ano 2012, páginas 196 e 197.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

"VISTA CANSADA"


Obs: Imagem extraída do site: 
www.imagensporfavor.com


"VISTA CANSADA"


Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou.

Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não-vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio.

Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava-lhe bom-dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer.

Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprindo o rito, pode ser também que ninguém desse por sua ausência. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos.

Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de fato, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia-a-dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da INDIFERENÇA.


Autor: Oto Lara Resende.


Obs: Para saber mais sobre o autor, favor consultar: http://www.releituras.com/olresende_bio.asp.

Obs: Este texto foi publicado no jornal “Folha de S. Paulo”, edição de 23 de fevereiro de 1992.

Fonte: http://www.releituras.com/olresende_vista.asp

terça-feira, 2 de julho de 2013

"FELIZ 400 ANOS BRAGANÇA DO PARÁ - 08.07.1613 - 08.07.2013"



"FELIZ 400 ANOS BRAGANÇA DO PARÁ
  08.07.1613 - 08.07.2013"

 
"A PÉROLA DO RIO CAETÉ"

 
Motivo de inspiração de poetas,
tantas vezes cantado em versos,
as tuas margens se formou
a nossa cidade de Bragança:
chamada de "Pérola do Caeté".
Mas o que é uma pérola?
E como se forma uma pérola?


É um pequeno grão de areia,
que penetra numa ostra,
motivo de luta, resistência,
dor, morte e transformação
para poder se ter uma pérola.
A História de Bragança seria assim?
Como se formou a "Pérola do Caeté"?


Luta dos primeiros habitantes:
os índios da tribo Caetés,
marcas e heranças culturais
da contribuição dos negros,
dos espanhóis, dos franceses,
dos portugueses e dos barnabitas.
Somos um caldeirão de culturas?
Somos uma mistura que deu certo?


As perguntas e respostas dançam
no balanço de tantos barcos,
que chegaram e que chegam
deslizando nas águas do rio,
que recebe o nome de Caeté,
nome dado pelos índios que
em Tupi significa: "Mata Verdadeira".


Autora: Kátia Regina Corrêa Santos
(Filósofa, Historiadora e apaixonada
 por Bragança do Pará)

Obs: Este ensaio poético e a foto são da minha filha: Kátia Regina Corrêa Santos.

Obs: Neste momento tão especial em que Bragança-Pa comemora 400 anos, quero também declarar o meu amor a esta cidade que me acolheu, pois vim de Turiaçu do Maranhão, mais me tornei bragantina de coração. Aqui nesta terra tive meus filhos, estudei, conseguir uma profissão, trabalho, por isto sempre procurei fazer o melhor por esta querida e amada cidade. 

Parabéns Bragança do Pará !
Parabéns para todos que colaboram para esta História de sucesso da Pérola do Caeté !
Feliz 400 anos Bragança do Pará !

quarta-feira, 8 de maio de 2013